EQUIPE BRASILEIRA DE IATISMO DAS FORÇAS ARMADAS

PROPOSTA DE PATROCÍNIO:

39º CAMPEONATO MUNDIAL DE VELA

BREST – FRANÇA – 2005

I. O EVENTO

II. A DELEGAÇÃO BRASILEIRA

III. A CLASSE DOS VELEIROS

IV. A PREPARAÇÃO

V. O RETORNO DE MÍDIA

VI. A ESTRUTURA NECESSÁRIA

VII. CALENDÁRIO DE ATIVIDADES:

VIII. A VITÓRIA DO PAÍS

IX. CONTATOS

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I. O EVENTO:

Será realizado, no período de 20 a 27 de maio de 2005, o 39th World Military Sailing Championship em Brest, França, evento anual realizado pelo CISM (Conseil International du Sport Militaire), organização fundada em 1948, com origens no Allied Forces Sports Conseil, sendo atualmente a maior organização de desportos militares em atividade no mundo, contando com 126 países membros, dos quais 25 já confirmaram participação no evento, e cujo lema é promover a solidariedade entre as Forças Armadas dos países, através dos esportes.

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II. A DELEGAÇÃO BRASILEIRA

O Brasil tradicionalmente é representado pela Marinha do Brasil no campeonato mundial de vela. Após a realização, pela Comissão de Desportos da Marinha (CDM), de uma seletiva com extensa participação no âmbito da Força, foi selecionada, após vinte e oito regatas, uma tripulação composta de um comandante e três tripulantes e um reserva. Comporá ainda a delegação, o Chefe da Comitiva e o técnico da equipe.

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III. A CLASSE DOS VELEIROS

O país sede é responsável pela escolha da classe e fornecimento dos barcos para o Campeonato. A classe escolhida pela França foi a J/80, veleiro de alto desempenho, presente em cinco países: EUA, Reino Unido, França, Alemanha e Suécia.

Os treinos serão realizados em veleiros similares, uma vez que esta classe ainda não chegou ao Brasil. Desta forma, será cedido pela Escola Naval, um veleiro da Classe J/24, que se assemelha em muitos aspectos ao barco que será utilizado nas competições.

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IV. A PREPARAÇÃO

A equipe irá representar o Brasil em um evento de projeção internacional, que promove a integração e solidariedade entre as Forças Armadas dos países participantes.

As Forças Armadas, através do Ministério da Defesa, arcarão com as despesas de passagens aéreas para o evento e pagamento de pessoal da delegação, na França, no período da competição.

Com o objetivo de atingir um desempenho coerente com a tradição olímpica do Brasil no iatismo, se faz mandatória uma intensa fase de treinamentos, e que a equipe tenha à sua disposição adequada estrutura para a participação em eventos desta tradição e amplitude.

O treinamento será dividido em duas fases, a saber FASE I e FASE II:

FASE I – Com foco na adequada preparação física e no entrosamento da equipe, será realizada através de treinos diários, com a utilização de um veleiro de uma classe similar à J/80, a classe J/24, cedido pela Escola Naval, e com a participação da equipe em regatas programadas pela classe J/24 no país, como o Campeonato Estadual do Rio de Janeiro. Cabe a ressalva de que os eventos promovidos pela Classe J/24 são consagradamente de alto nível técnico, com participação freqüente de iatistas olímpicos brasileiros e internacionais. O calendário de treinamento está apresentado no Item VIII. A participação da Equipe Brasileira Militar de Iatismo em eventos no país durante a fase de treinamento fornece à equipe uma visibilidade adicional. Serão marcados treinos em Ilhabela/SP, na classe HPE 25, veleiro de alto desempenho, muito próximo ao que equipe velejará em águas francesas.

FASE II - Como a embarcação que será utilizada na França não existe no país, é indispensável que a etapa definitiva de preparação da equipe seja realizada com um veleiro da classe J/80, na França, devendo, para isto, que seja disponibilizado um barco da classe, e que a equipe permaneça por um período mínimo de 15 dias de ambientação ao veleiro e às condições climáticas locais.

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V. O RETORNO DE MÍDIA

Diante do acima exposto, torna-se vital a participação da iniciativa privada na forma de Patrocínio ou Apoio no sentido de custear ambas as fases de treinamentos, no país e na França, além da aquisição dos equipamentos que compõem a estrutura, da elaboração de uniformes e do material promocional.

A estrutura necessária é composta de equipamentos para as regatas e de material promocional a ser distribuído a autoridades participantes e colaboradores, antes e durante o evento. Diante da tradição da organização, e amplitude do evento, ressalta-se o alcance em escala global da marca. Será permitida a inclusão da logomarca nos uniformes da delegação, assim como a participação da equipe em eventos promocionais promovidos pelo patrocinador. O barco alugado poderá, no período do aluguel, ostentar a logomarca do patrocinador, para fotos. O patrocinador poderá fornecer outros uniformes, desde que adequados ao uso e ao evento, para uso durante a competição.

Encontra-se em fase de acerto a cobertura televisiva do evento.

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VI. A ESTRUTURA NECESSÁRIA

O custo total da campanha da delegação brasileira, será discriminado nos ANEXOS em categorias e eventos, a saber :

o        CUSTOS DE MATERIAL;

o        CUSTOS FASE I DE TREINAMENTOS;

o        CUSTOS FASE II DE TREINAMENTOS

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VII. CALENDÁRIO DE ATIVIDADES:

Fevereiro de 2005

 

12 a 19

Definição da equipe de Vela das Forças Armadas

26 a 01/03

Brasil Match Cup de Skipper 21 em Porto Alegre

Março de 2005

 

04 e 05

Treino de Tornado na Raia da Escola Naval.

10 a 13

Participação no Campeonato Match Race Brasil em Salvador.

24 a 27

Harken Cup de HPE 25 em Ilha Bela - São Paulo

Abril de 2005

 

02, 03, 09 e 10

Campeonato Estadual de J – 24 Ilha das Palmas

11 a 15

Treino com barco do Eduardo Penido

16

Regata de Aniversário do RYC de J – 24

17

Regata Karl Heinrich Boddener de J – 24

Maio de 2005

 

01

Regata Lauritz Von Lachmann de J – 24

12 a 16

2ª Etapa do Campeonato Francês de J/80

17 a 19

Treino de J / 80 em Saint-Cast, França.

20 a 29

39° Campeonato Mundial Militar de Vela – Brest, França.

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VIII. A VITÓRIA DO PAÍS

Ao passo que o Brasil possui tradição no iatismo em nível olímpico, a classe J/80 é restrita a cinco países. Um bom desempenho irá associar a marca à superação, espírito aguerrido e capacidade empreendedora, características do Brasil e de suas Forças Armadas.

Com os supracitados elementos, será factível uma equipe com reais chances de competitividade diante da tradição dos países do primeiro mundo, capaz de representar de forma condizente com a posição que o país, suas Forças Armadas, e o patrocinador ocupam no cenário nacional e internacional.

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IX. CONTATOS

CHEFE DA DELEGAÇÃO

 

Capitão-de-Mar-e-Guerra Jorge Marques de MENEZES

2101-0889 / 2590-6542

 

 

TREINADOR

 

RICARDO LEBREIRO

2714-1035 / 9914-2760

 

 

COMANDANTE

 

Capitão-Tenente (EN) CLAUDIO ANDRÉ CRUZ

2709-7662 / 9207-7597

 

 

TRIPULAÇÃO

 

Capitão-Tenente (EN) ALESSANDRO PENIDO DE FREITAS

3158-3503 / 8156-3467

Capitão-Tenente (IM) RENATO CESAR DA CUNHA FERREIRA

2611-2879 / 9998-1163

Capitão-Tenente (EN) GUIDO BOTTO DE BARROS

2211 3612

Primeiro-Tenente RODRIGO LÁZARO

2608-0276 / 9177-4104

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